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Cícero Romão Batista: Quem é ele?

Cícero Romão Batista: Quem é ele?

Nascia aos 24 de março de 1844 em Crato, Ceará, o menino que se chamaria Cícero, filho de Joaquim Romão Batista e Joaquina Vicência Romana, batizado pelo Padre Manoel Joaquim Aires do Nascimento em 8 de abril e tendo como padrinhos seu avô paterno Romão José Batista e sua tia Antônia Ferreira Catão

Aos 7 anos, começou a estudar com o professor Rufino de Alcântara Montezuma e fez sua Primeira Comunhão na matriz do Crato. Mas aos 12 anos um fato importante marcaria sua infância Cícero lia muito sobre a vida de São Francisco de Sales decidido fez seu voto de castidade. Já no ano de 1860 foi matriculado em colégio na Paraíba mas lá pouco demorou pois seu pai falece acometido de cólera o obrigando a interromper os estudos. Em dificuldades financeiras Cícero ingressa no seminário da Prainha em Fortaleza.

Aos 30 de novembro de 1870 é ordenado padre e sendo assim retorna ao Crato, sem paróquia preferiu ensinar latim no Colégio Padre Ibiapina. Já se via no Padre grande capacidade de visão a frente de seu tempo.

Com 28 anos, em 1871 celebrava Missa do Galo no pequeno povoado de Juazeiro, causando boa impressão nos habitantes do lugar. Cícero se viu assim atraído  e em alguns meses depois fixava-se com a família naquela localidade. Começava assim toda sua influência em restaurar a harmonia entre as pessoas e surgia os primeiros passos de crescimento, atraindo cada vez mais gente para perto do homem que mudaria toda uma região. Estes com a ajuda de poucas economias melhoram as condições da capelinha de Nossa Senhora das Dores. Hoje a “Mãe das Dores” de todos os seus devotos.

Um fato nada comum aconteceria em ocasião de comunhão pelas mãos do Padre. A hóstia transformada em sangue na boca da Beata Maria de Araújo. Atraindo assim centenas de pessoas logo mais, mas nunca aceito pela igreja que concluiria: Que não houve milagre!  O povo protestava, o Padre fora afastado do ato de celebração. Restaria ali a vida política como meio de que seus ensinamentos não fossem esquecidos. Foi prefeito.

Padre Cícero com toda convicção foi o maior benfeitor de Juazeiro do Norte e figura mais importante em nossa história. Pois foi ele quem nos trouxe o progresso em vários sentidos. Ao morrer no dia 20 de julho de 1934 sendo acompanhado por mais de 70 mil pessoas haviam os que pessimistas balbuciavam que tudo acabaria, enganados estavam por que a cada ano a multidão de romeiros só aumenta para constatar que Juazeiro é e sempre será seu grande milagre como dizia: “Juazeiro foi uma cidade feita por mim. Se Deus em pessoa me botou aqui, só Deus pode me retirar”.

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