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Padre Cícero é perdoado e pode ser canonizado

Papa perdoa Padre Cícero

Padre Cícero é perdoado e pode ser canonizado

Padre Cícero: Entenda a punição e o que a reconciliação pode mudar de agora em diante

O Vaticano pôs fim a uma punição que já durava um século e aceitou o pedido de perdão ao Padre. A reconciliação abre caminho para a beatificação do “Padim Ciço”, como ele é chamado por milhões de devotos.

Dois milhões de fiéis por ano visitam Juazeiro do Norte, cidade fundada por Padre Cícero. Essa mobilização popular contribuiu para que a Igreja Católica se reconciliasse com o religioso.

Após nove anos o Vaticano atendeu ao pedido do bispo Dom Fernando Panico e reconciliou o padre Cícero Romão Batista com a igreja católica. Com a reconciliação, não há mais fatores impeditivos para que o “santo popular” do interior do interior do Ceará seja reabilitado, beatificado ou canonizado, segundo o chanceler da diocese do Crato, Armando Lopes Rafael.

Na carta enviada à diocese do Crato, no Sul do Ceará, pelo secretário especial do Papa Francisco, o Vaticano considerou que “o Padre Cícero Romão Batista viveu uma fé simples, em sintonia com seu povo e, por isto mesmo, desde o início, foi compreendido e amado por este mesmo povo”.

Papa Francisco perdoa Padre Cícero
Papa Francisco perdoa Padre Cícero

“A partir da reconciliação da Igreja o que é que se deduz: não há mais divergências entre o Padre Cícero e a Igreja”, afirmou o chanceler da Diocese do Crato, Armando Lopes Rafael.

A Igreja Católica suspendeu as ordens sacerdotais do Padre por causa de um suposto milagre que acontecia nas missas dele e que nunca foi reconhecido pela Igreja. Os estudiosos da vida do religioso dizem que ele transformou óstias em sangue quase 200 vezes em dois anos. Quando morreu, há 81 anos, Padre Cícero não podia sequer celebrar missa.

“Agora, abre-se um novo espaço para o encaminhamento dos vários graus até chegar a beatificação ou, quem sabe, até a canonização do nosso Padre Cícero”, disse o padre Gilson Soares, assessor de comunicação da CNBB.

Fonte: Globo.com

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